carla
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« em: Novembro 02, 2009, 06:37:11 » |
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Boa Tarde,
Acho que está na hora das pessoas que têm sido, mal tratadas, em muitos aspectos pelo Parque da Ria e Formosa, e eu sei que há muita gente, de se unirem e colocar um processo contra esta situação.
Eu vou faze-lo! Neste momento comecei a enviar cartas para o ICNB acerca da Ria Formosa. Do que aqui se passa. Se nada fizerem irei por ai assima.
Está na hora dos serviços do estado trabalharem para a população e não tratarem-nos como intrusos.
Bem Hajam a todos!
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MANO
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« Responder #1 em: Novembro 02, 2009, 09:44:56 » |
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Cara Senhora
Carla
Em Olhão existe um movimento de cidadãos,que não tem feito outra coisa, é SOMOS-OLHÃO quem sabe se aderir,a sua voz tenha mais força.
Cumprimentos
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carla
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« Responder #2 em: Novembro 03, 2009, 10:14:28 » |
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Olá,
Conheço mal o vosso movimento. Aquilo que conheço é que regra geral vão mais contra o presidente da camara do que propriamente contra quem está realmente a fazer mal a Olhão e ás cidades onde está inserida , que é a Ria Formosa. O Parque só sabe autuar e quando alguem se dirige as instalações para falar com o director por exemplo é mais dificil do que falar com o presidente da republica. Principalmente agora que colocaram um director que é de Lisboa. O que é que este senhor sabe ou conheçe da Ria Formosa. Mais um tacho, nada mais.
Bem Hajam a todos!
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floripes
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« Responder #3 em: Novembro 03, 2009, 10:40:50 » |
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para a "carla"não sendo membro do "somos olhão",posso adiantar que esse movimento de cidadãos até hoje simplesmente, fez perguntas ao presidente,ao qual ele se tem negado a responder. por esse motivo o S.O. fez queixa, e já ganhou uma acção no tribunal administrativo de Loulé, onde f.leal foi condenado por Litigância e Má Fé. Sendo que f.leal para ganhar tempo,até que as eleições passassem, recorreu para o tribunal de 2ª instância em Sintra. em relação ao presidente do parque sempre lhe digo que esse senhor não é só presidente do PNRF como ao mesmo tempo é presidente do parque do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina ,da reserva do sapal de Castro Marim e do baixo Guadiana. ou seja esse senhor não percebe nada ,e foi lá colocado para servir os interesses do governo. e o exemplo está à vista vai nascer um hotel com 157 camas em cima da praia do canal na Costa Vicentina. estão a construir a um ritmo selvagem na zona do martinhal em sagres e tudo isso com o aval desse responsável.em marim prepara-se para fazer o mesmo passando por cima de tudo o que são leis de defesa do ambiente ,em zona de convecção ramsar rede natura 2000 e ZPE.para servir os interrese imobiliários de vários patos bravos . entretanto os naturais do nparque se tiverem um mbocado de terreno nada podem fazer.ou sejam são escorraçados do sitio onde nasceram e vivem,para virem os patos bravos e fazerem o que lhes apetece indo contra tudo o que são normas comunitárias.da protecção da biodiversidade. na minha opinião a carla devia,juntar o seu protesto ao "Somos Olhão"pois quanto mais força esse movimento de cidadãos apartidários, tiver, melhor é para toda a comunidade.
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carla
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« Responder #4 em: Novembro 03, 2009, 10:58:41 » |
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Boa Noite,
Eu sei muito bem que o Dr. João Alves que é "Biologo" é o Director de vários parques e foi um grande tacho que arranjou, pois ganha um belo ordenado só em ajudas de custo, mas também só veio para aqui para não ir para a rua, porque o antigo posto era o de Vice-presidente do ICNB e eu que sou uma mera cidada não preciso de pensar muito o que aqui aconteceu. Ele simplesmente não quer saber do que aqui se passa, quer é o ordenado ao fim do mês. A conservação da natureza não interessa o que interessa é ganhar dinheiro, veja-se a nova portaria que saiu nº 1245/2009 de 13 de Outuro. Não sei se já a viram com cuidado. Admite-se que alguem que queira limpar a sua area florestal tenha de pagar entre 200 a 1000 euros pelo pareçer seja negativo ou positivo, ou o caso dos viveiristas que já ganham pouco terem de pagar por um pareçer de colocação de areias no viveiro tenha de pagar entre 1000 a 5000 euros seja positivo ou negativa a resposta.
É incompreensivel. E existe muuuuito mais a aconteçer no Parque da Ria Formosa.
Bem Hajam a Todos!
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embroise
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« Responder #5 em: Novembro 03, 2009, 11:29:12 » |
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se o que diz a carla for verdade sobre as novas tachas a aplicar aos viveiristas, confirma-se a ideia generalizada que os habitantes do parque vão ser todos, escorraçados do seu meio natural,pois tais valores são incomportaveis. Mas pode lá ser? as pessoas nativas de um parque natural devem ser respeitadas, como parte integrante desse mesmo habitat. ou querem o parque só para os turistas? A ria sempre matou a fome aos naturais do parque, e foi em grande parte o seu modo de vida,se acabam com isso o que vão fazer os milhares de pessoas que dependem da ria? vão servir de criados de mesa aos turistas? as pessoas devem de se organizar e pedir explicações, aos responsáveis seja do PNRF, seja aos presidentes de Camarara da área do PNRF.
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MANO
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« Responder #6 em: Novembro 03, 2009, 11:30:12 » |
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Boa Noite
Cara, interveniente compreendo a sua revolta por aquilo que atrás relatou,mas a voz dos cidadãos tem mais força juntos, nos movimentos de cidadania apartidária, o conceito que criou ou lhe fizeram criar conforme disse, que o SOMOS-OLHÃO só tem actuação contra o presidente da câmara,vai desculpar mas não é verdade, e basta visitar o respectivo sitio do movimento para ficar com ideia das áreas de actuação do movimento. Sendo ou não simpatizante, deste movimento e dado que já encetou algumas demarches,que visa resolver o seu contencioso PNRF, desejo-lhe o maior sucesso.
Cumprimentos
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carla
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« Responder #7 em: Novembro 04, 2009, 07:47:00 » |
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Boa Noite, Em relação a Portaria basta ir ao Diario da Republica Electrónico ( www.dre.pt) que já foi publicada em Outubro, e já existe pessoas a sofrerem com isso. Infelizmente esta Portaria só vai trazer beneficio para o Parque ganhar mais dinheiro, e realmente qualquer dia estamos a servir só para os turistas, pouco falta já. Mas este Director não defende os interesses das pessoas que trabalham e vivem arduamente da/na Ria, para ele tanto lhe dá. Desde que no fim do mês lá tenha o ordenado. Em relação a juntar-me ao Somos Olhão, estou a pensar no assunto. Tem razão que juntos é melhor e não tem nada se simpatizo ou não com o vosso movimento. Bem hajam a todos!
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floripes
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« Responder #8 em: Novembro 04, 2009, 10:17:23 » |
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Carla para mim que desde há muito que conheço o parque,sempre lhe digo,que o grande problema dos directores que tem passado pelo PNRF,é que eles se esquecem que as pessoas autóctones, onde o PNRF foi criado por decreto lei (já cá estavam), fazem parte do parque,e como tal tem de ser levado em atenção o seu modo de vida,de modo a ser preservado e não destruído. com essa nova medida das tachas sobre os viveiros está-se a criar as condições, para que a maioria dos pequenos viveiristas não suportem,essas tachas e que desistam. mas jáo mesmo fizeram com as pescas,pescadores artesanais que por mero desconhecimento não fizeram vendas por um determinado tempo perderam as suas licençasde pescar na ria, sem que fossem avisados que isso ia acontecer. mas um dos piores exemplos de má governação da direcção do PNRF é o de deixarem pescar com redes com malha de nailon,com a ltura de vários metros. Ora essa rede fatasma mata tudo o que é peixe e numca foi legal dentro da ria formosa,mesmo antes de ser formado o PNRF. sendo que ainda por cima é feita com a arte de bater,ou seja largam vários panos de rede e depois afugentam o peixe com barulho.sendo que de noite redcorrem ao uso de flashes electricos. ora quem decidiu autorizar essa arte na ria ,não sabe que essa arte é uma arte assasina?para que servem os biólogos e os tecnicos? entretanto estã o a proibir profissionais, de passar pelos esteiros da garganta do gemidos e de muitos outros,alegando que é uma zona onde é proibida a presença humana. Proibida a presença humana? se toda a vida no parque essa presença esteve presente e as aves sempre conviveram com os humanos. o que o parque devia proibir era a descarga de esgotos não tratados para a ria e a descarga de esgotos muito mal tratados pela maioria das ETARS, que foram construídas anarquicamente,e sem ordenamento, na Ria Formosa, pois só assim se compreende como foi possível, que se construísse as duas maiores ETARS entre Olhão e Faro, separadas entre elas por uma curta distância, numa das zonas mais sensíveis da ria, e que por essas duas ETARS, funcionarem pessimamente,a ria nessa zona estar toda alterada, pela escorências, provenientes dessas ETARS. muito mais há para dizer do mau funcionamento da direcção do PNRF.,mas fica para uma próxima. concordo consigo Carla, pois se juntar a sua voz ao "Somos Olhão" terá mais força.
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carla
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« Responder #9 em: Novembro 05, 2009, 01:15:44 » |
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Tem toda a razão. Tudo isto é para afastar as gentes da Ria.  Em relação a ETAR de Olhão e Faro nem me pronuncio, porque há muito a acontecer sem que as pessoas saibam. E o que está a acontecer com o Centro de Recuperação de Aves? Ai desculpem agora Centro de recuperação de animais selvagens, foi entregue a uma Associação que vem do norte, que recebe a modica quantia de 40.000 Euros do aeroporto de Faro. É a associação Aldeia. E surpresa! Uma das pessoas da associação é funcionario do ICNB. O trabalho do centro continua a ser feito pelos funcionários, ou seja, aquilo que é mais dificil que é a recolha das aves, mas é a Associação que fica com os louros do excelente trabalho e claro com o tacho de receber o dinheiro. Era preciso esta Associação? pergunto eu. O PNRF não podia gerir o dinheiro e fazer o trabalho do centro.Não. E sabe porque? Porque o PNRF envia todo o dinheiro para o ICNB e de lá o dinheiro vai não sei para onde. Para o que é necessário é que nunca há. Tudo se resume a trabalho de bastidores. E ultimamente mais do que nunca. Bem hajam a todos!
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embroise
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« Responder #10 em: Novembro 05, 2009, 10:41:44 » |
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Se a carla sabe coisas das etars poruque não as divulga eu por exemplo já tenho conhecimento que as etars são um dos focos de morte das aves,ou seja as ditas etars de Faro nascente e Olhão poente são simples lagoas de decantação, que atraem as aves,e que devido ao alto teor de bactérias elas pura e simplesmente morrem. quero com isso dizer que o resultado da morte das aves é o botulismo,conforme veio noticiado,em alguns sites, botulismo esse, que é, altamente perigoso para a saúde publica ,mas o resultadoda autópsia, da morte das aves não é divulgado. ou seja o PNRF que devia de ser abrigo para as aves, tem ETARS em fucionamento que além de não tratarem os esgotos ,ainda os concentram e mandam para a ria água envenenada,e ainda por cima servem de atração fatal às aves que vem procurar abrigo na Ria. Tá mal e a direcção do PNRF sabe disso e não mexe uma palha para que os responsáveis das àguas do algarve resolvam este gravíssimo problema.da morte das aves da morte dos peixes e da contaminação destes ,e da mortandade dos bivalves, que por arrastamento, leva a que os que exercem a sua actividade profissional no parque sofram as consequências,do mau funcionamento das etars e da direcção do PNRF. as análises à agua que sai das ETARS devia ser divulgada de 15 em 15 dias,não é divulgada porquê? será isso que a carla sabe ou sabe de outros negócios?
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Raúl Coelho
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« Responder #11 em: Novembro 05, 2009, 06:54:56 » |
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as análises à agua que sai das ETARS devia ser divulgada de 15 em 15 dias,não é divulgada porquê? diz o embroise pergunto eu: Quem é que deve fazer essas análises? Quem as deve divulgar? Porque não questionar esse ou esses responsáveis pelas análises não divulgadas. A pergunta até pode ser feita aqui pelo Fórum.
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joao pereira
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« Responder #12 em: Novembro 14, 2009, 11:35:35 » |
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Meus caros enquanto se discute em fazer queixas contra o sr joao alves o BLoco já o fez esta semana.E mais eu como Vereador eleito pelo Bloco estive esta quinta feira na Assembleia da Republica com fotos e documentação que serviram de base á queixa contra o sr João Alves a falar com os deputados do Bloco que vão fazer uma série de perguntas ao Ministro do Ambiente sobre a queixa.Mais o BE se não obtiver respostas convicentes irá chamar o sr João Alves a se explicar na comissão de inquérito da Assembleia.Amanhã colocarei aqui as perguntas das deputadas do bloco Cecilia Honório e Rita Calvário,Cumprimentos João Pereira
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joao pereira
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« Responder #13 em: Novembro 14, 2009, 11:52:29 » |
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aqui vão as perguntas das deputadas do bloco.0 REQUERIMENTO Número /XI ( .ª)
1 PERGUNTA Número /XI ( .ª)
Assunto: Atentados ambientais no concelho de Olhão afectam Ria Formosa Destinatário: Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território
Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República
Parte importante do Parque Natural da Ria Formosa (PNRF) situa-se no concelho de Olhão, onde está localizada a sua sede. As riquezas naturais e paisagísticas da Ria são de extrema importância para este município, seja para as actividades de lazer e recreio da população, as oportunidades de promoção do turismo ecológico (observação de fauna e flora, passeios pedestres, entre outros), como para a economia local através da pesca e produção de mariscos e bivalves. Acontece que ao longo dos anos tem-se assistido, neste concelho, ao abandono da Ria Formosa, sendo evidentes os sinais de degradação e poluição, como seja a deposição ilegal de resíduos, conforme atestam as fotografias em anexo. Igualmente, a pressão urbanística e turística, associada à complacência da autarquia e das entidades públicas competentes, tem sido responsável por destruir parte significativa das riquezas da Ria Formosa. Muitos erros têm sido cometidos, permitindo-se a construção onde ela, por lei, é por princípio interdita em nome do interesse público e da salvaguarda dos bens comuns. O Bloco de Esquerda denuncia dois casos de obras em curso em pleno PNRF, as quais devem ser de imediato embargadas, por colocarem em causa os valores naturais desta área protegida, e repostas as condições de origem. Na Fuseta, junto à Rua da Nossa Senhora do Carmo, existe uma obra de grande dimensão a menos de 10 metros da Ria Formosa, sem que a mesma se encontre devidamente identificada através de anúncio de alvará como exige a lei. São visíveis movimentações de terras, marcações de cotas de soleiras e colocação de estacas de topografia, assim como a presença de uma misturadora e contentores de obras, conforme é comprovado pelas fotografias em anexo. Também na Fuseta, por cima de um antigo moinho de maré, estão-se a executar obras que desvirtuam completamente o edifício original, nomeadamente pelas suas dimensões exageradas, não existindo qualquer afixação de alvará (ver fotografias em anexo).
Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território, as seguintes perguntas:
1º) Como justifica o Ministério a deposição ilegal de resíduos, a poluição e a existência de obras de movimentação de terras e edificação junto à Ria Formosa, no concelho de Olhão? 2º) Tem o Ministério conhecimento sobre as obras referidas, actualmente em curso na Fuzeta, e que não têm qualquer identificação do tipo de intervenção, responsável da obra e sua duração? 3º) Pondera o Ministério embargar as obras atrás referidas e obrigar à reposição das condições de origem? 4º) Que medidas o Ministério vai adoptar para impedir a construção no Parque Natural da Ria Formosa e promover a requalificação e valorização ambiental desta área protegida? Palácio de São Bento, 13 de Novembro de 2009.
As Deputadas:
Rita Calvário Cecília Honório
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embroise
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« Responder #14 em: Novembro 15, 2009, 09:58:27 » |
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mas o srº vereador João Pereira,e a CMO não temmnada a ver com o processo da urbanização emfrente aombairro dos pescadores da fuzeta? e essa construção não está a dez metros da linha de água está dentro de agua no periodo da preia- mar. a dez metros está o condominio fechado que já está construido
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joao pereira
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« Responder #15 em: Novembro 15, 2009, 03:11:18 » |
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caro embroise a obra que foi pedido o embargo foi essa mesma.O meu amigo ou amiga é que confunde o limite do lote com a implatação da construção.A implantação está a dez metros o que está dentro da ria é o limite do lote.Cumprimentos João Pereira
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gavião
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« Responder #16 em: Novembro 15, 2009, 11:15:46 » |
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O terreno a lotear está classificado na planta do PDM como Espaço Urbano Estruturante e sujeito a Plano de Pormenor o que não é impeditivo para a construção. Acontece que não sendo Espaço Urbano Consolidado é considerado Zona Ribeirinha e como tal integrado na Reserva Ecologica Nacional. Está tambem obrigado a respeitar as margens de mar até pelo perigo das cheias. Em principio não se pode construir, mas ainda assim ninguem teve conhecimento de qualquer discussão publica sobre o assunto. Murmura-se que os proprietarios da obra serão duas figuras gradas da Fuzeta ligadas aos corpos sociais do Lar de Nª Senhora do Carmo o que ajudaria a explicar a facilidade com que a obra é executada. O BE, no parlamento pediu o embargo da obra. Esperemos para ver.
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