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Autor Tópico: A.R.H. abre nova Barra na RIA FORMOSA, agora foi em Cacela.  (Lida 703 vezes)
embroise
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« em: Setembro 01, 2010, 06:02:57 »

Esta Noticia do Barlavento on line é no mínimo caricato.

Ria Formosa tem nova barra frente a Cacela (com vídeo)
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Filipe Antunes Ver Fotos »
Cacela Velha, nova barra
   

O final da Ria Formosa, junto a Cacela Velha, tem agora uma nova barra, com vista a resolver o problema da fraca ação das marés que ali se vinha sentindo e que estava a afetar os viveiros da zona.

TEMAS: Ambiente

A intervenção foi planeada pela Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Algarve e financiada pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, que disponibilizou a maquinaria.

Na prática, a operação limitou-se a fazer um rasgão no cordão dunar, a nascente de Cacela Velha e a cerca de um quilómetro da antiga barra, que, ao longo dos últimos anos, tem sofrido um forte assoreamento.

De acordo com fonte da ARH do Algarve, os trabalhos visaram repor a ação das marés naquele troço final da Ria Formosa (delta), conhecido pelo termo técnico de “fundo de saco”.

«Esse chamado delta enchente interior da ria, devido às características do local, ficou com demasiada areia este ano e assoreou, o que fazia com que nunca se fosse além da meia maré», explicou a ARH.

«Por essa razão, o ciclo das marés não era completo, já que a areia estava a uma quota muito alta», havendo o risco dos viveiros e produção associada poderem ser afetados devido à falta de oxigenação das águas, prosseguiu a mesma fonte.

Igualmente ouvido pelo «barlavento», o vice-presidente da Câmara de Vila Real de Santo António José Carlos Barros disse que os pedidos para a abertura de uma nova barra partiram dos próprios mariscadores, tendo o assunto sido alvo de várias audições.

«Em função do que estava em jogo, não nos opusemos à intervenção. Se o resultado for razoável, isto é algo que se poderá inclusivamente fazer com maior periodicidade», explicou o autarca, adiantando que a ARH tem estado a acompanhar o processo e que os mariscadores já se manifestaram agradados.

Como noutros locais da ria, a navegabilidade da nova barra de Cacela será possível a partir da meia-maré, não estando contudo previstas intervenções no sentido de a tornar navegável em todas as circunstâncias.

Da mesma forma, não estão planeadas intervenções na barra antiga, cuja tendência natural tem sido o assoreamento progressivo, sendo já possível, na maré baixa e naquele local, fazer pedonalmente a travessia da ria.


1 de Setembro de 2010 | 09:21
Filipe Antunes
Será que agora é assim a Engª Valentina Calixto abre novas  Barras na Ria Formosa a pedido?
Onde estão os ambientalistas da Quercus, e da  Almargem? Estão de férias ou o poder compra-os todos
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Fanan
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« Responder #1 em: Setembro 01, 2010, 11:22:58 »

Peço desculpa mas é a primeira vez que intervenho no fórum e não é muito fácil. Sobre a Quercus e a Almargem, acho que o alheamento tem a ver com o facto de ser muito difícil saber o que é o nivel"eustático " do mar que é uma coisa que nem os grandes cientistas ainda sabem o que é ( nem se sobe nem se desce) mas que a Eng, Valentina diz que está a subir de tal maneira que até está a pensar colocar a casa dela sobre estacas ( leia-se micro estacas que elevem a sua casa do sapal acima de qualquer suspeita ), e para o que conta com o Rapaz do Minuto Verde, ( leia-se Francisco Ferreira), ou mesmo com os dividendos que o Pai do João Ministro da Almargem ganhou para vender o pomar ao Dr José  Miguel Júdice para fazer o IKEA, que pelos vistos não vai para os terrenos dele, mas o dinheiro deve dar para que o nivel eustático das águas do mar não leve a casa da Eng. Valentina, porque não seria justo que quem defendeu o Algarve nos últimos 25 anos contra tudo e contra todos, e que conseguiu que aqueles que lhe encomendam o sal ( leia-se- sabores e saberes, pareceres e outras iguarias algarvias), conseguissem ter uma casa com vista para o mar, nem que para isso tivessem que não aprovar uma urbanização á frente, pese embora o terreno fosse de um senhor do BPN, que eventualmente tinha Dias perdidos debaixo de um Loureiro que permitem que seja possivel através de um sistema sofisticado afugentar os aviões quando o "amigo" do Sr. Oliveira (que está até em prisão domiciliária), e que não pode apanhar "Coelhas" na praia, para que o amigo possa passar umas férias descansadas, mesmo que no concelho da fonte onde nasceu, se esteja a gastar alguns euros do Polis para segurar o buraco 16, ( que não 17- N.º de Portugal), pese embora o Mar. ( Menino Ainda Rebelde), vá levar essa areia para a Praia de Faro, para que uns ilhéus que lá vivem consigam explicar que afinal o Mar trás o que Deus Leva.
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embroise
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« Responder #2 em: Setembro 02, 2010, 10:04:39 »

ó  Fanan será que este extrato de texto que eu copiei do blog defesa de Faro:
"Cá para mim deve ser sócio da Almargem, e assim sempre podia vender por 4, milhões de euros terrenos da Reserva Agrícola ao IKEA. Ou então se conseguir ser tão ecologista sempre pode fazer um estudo de impacto ambiental aprovável, ou arranjar emprego numa cimenteira como o José Manuel Palma, da Quercus ou o ex. presidente da Almargem João Santos. "
  Este extracto de  texto ,tem alguma coisa a ver com a mensagem em código, que você publica no seu comentário?
Se assim for já se percebe qual a razão que a Quercus e a Almargem nada dizem sobre o fecho da barra da Fuzeta que a natureza abriu, depois de terem deixado a natureza fazer o trabalho do Polis,ou seja demolir as casas.
 Se a  abertura da Barra ali colocava a Fuzeta em perigo, porque não consolidaram o cordão dunar antes que esse fosse rompido? Ou esperaram e só decidiram isso, depois da casa do presidente da CMOlhão ser uma das primeira a ser demolidas,pelo mar, depois desse até ter começado a fazer obras de recuperação já com o Programa Polis em execução.
Porque razão a Quercus e a Almargem não se pronunciam pela destruição da península de Cacela velha, e pela criação de uma nova ilha no cordão dunar da ria formosa?
Será que estão a dormir, ou tem ordens da Valentina  para estarem calados? Caso contrário acabam-se os subsídios.
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« Responder #3 em: Setembro 03, 2010, 09:24:12 »

O problema das barras tem muito que se lhe diga e em Cacela ainda mais. Nessa Peninsula foi onde o ICNB mais apostou na plantação de plantas ditas autoctones; pergunya-se porque foram agora destruidas se foram ali postas precisamente para fixar as areias? Pergunta-se tambem qual o papel do ICNB nessa materia? De qualquer das formas, este tipo de intervenções está sujeito a estudos de Impacto Ambiental; porque não foram feitos? E quem garante que a barra do Lacem não vai ser reaberta, formando então uma autentica ilha? Se repararem, na margem continental está um hotel. Transformada a Peninsula em ilha, porque não arranjar uma area para uso privado, tal como prevê o POOC?
O papel dos Augustos da Paz  é precisamente o de dar a justificação para a aprovação de obras de emergencia, tentando iludir a legislação sobre a necessidade de estudos de impacto ambiental.
Augusto da Paz não diz onde vão parar as escorrencias do campo de golfe. Se a barra do Lacem se mantivess aberta, com a ribeira, onde são jogados os nitratos dos campos de golfe, mesmo em frente o impacto dos nitratos seria menor, uma vez que poderiam sair logo pela barra.
As dragagens para manutenção da navegabilidade em segurança dispensam os estudos de impacto ambiental, mas não foi isso que fizeram.
Por outro lado, a dinamica das areias aconselharia a que a abertura de uma barra fosse feita a oeste da do Lacem para permitir a sua deslocação para Leste,
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floripes
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« Responder #4 em: Setembro 03, 2010, 07:03:37 »

Ao ler o comentário codificado do Fanan, percebo qual a razão que as associações  ditas defensoras do Ambiente não emitiram ainda opinião sobre o fim da península de Cacela,os interreses pessoais sobrepõem-se aos interesses colectivos da verdadeira defesa do Ambiente.
A presidente da ARH Valentina Calixto, que é ao mesmo tempo presidente do Polis, abre uma Barra numa zona de protecção integral  da Rede Natura 2000, a pedido do presidente de uma cooperativa de productores argumentado este, que as ostras estavam a morrer por falta de oxigénio,quando foi esse mesmo presidente que no programa verão total dizia que as aguas da Ria Formosa eram as melhores aguas da Europa para produzir ostras.

Não quero saber se as ostras cultivadas em Cacela são exóticas ou não, pois para isso  existe o IPIMAR, e esse devia exercer o seu papel de introdução de espécies exóticas na Ria Formosa,será que o faz? É o que posso questionar?
Se há falta de oxigénio, em 1º lugar deve-se ver qual a fonte que dá origem a essa falta de oxigénio,não será falta de dragar a Ria regularmente como é obrigação do estado e do ICNB? os Campos de golfe bem próximos do local não terão nada a ver como essa falta de oxigénio,as descargas da estação elevatótia de Cacela que só no principio do verão acabou, não estarão envolvidos na falta de  oxigénio?
Quem fez as análises que determinaram a falta de oxigénio?
A estas perguntas toda a gente quer fugir. O que é certo é que a abertura dessa barra e a destrição da península de Cacela, vai fazer correr muita tinta pois é um dos maiores crimes ecológicos cometidos na Ria Formosa em conjunto com  encerramento da Barra que a natureza abriu este ano.
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