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Golgota
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« em: Junho 07, 2009, 03:20:57 » |
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Noticia do Região sul http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=95144 Tavira Gran Plaza assume área de influência de Olhão a Ayamonte 900 postos de trabalho directos em investimento de 55 milhões de euros O centro comercial Tavira Gran Plaza, um investimento de 55 milhões de euros que proporcionará 900 postos de trabalho directos, abriu esta sexta-feira as portas ao público, assumindo ter o eixo Olhão/Ayamonte como área de influência.
O empreendimento de 27 mil metros quadrados e com mais de uma centena de lojas, desenvolvido pela Estia Developments, foi inaugurado esta quinta-feira pelas entidades oficiais, com a presença do secretário de Estado Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Fernando Serrasqueiro.
Trata-se do “primeiro grande centro comercial da região este do Algarve, ficando assim coberta uma das poucas zonas do país ainda sem uma superfície comercial deste tipo”, assume a empresa.
Carlos Martins, o líder da Martifer, que desenvolveu o projecto através da Estia Developments, disse “acreditar no potencial de Tavira”, na qual vê capacidade para abranger uma área de influência de 270 mil pessoas.
“O nosso posicionamento não terá como área de influência Faro. O nosso «target» será atingir a população residente e turistas entre Olhão e Ayamonte”, revelou Ricardo Henriques, da Estia Developments.
Só em promoção, foram gastos 600 mil euros. Em Espanha, a campanha passou por mupis, «flyers» e «spots» em rádios locais. “Queremos trazer espanhóis”, assumiu o empresário.
Continente, Loja do Cidadão, C&A, Worten, Sportzone ou Lusomundo são algumas das principais lojas-âncora no Tavira Gran Plaza. A Sonae foi a empresa que mais investiu, abrindo dez insígnias e gerando 273 postos de trabalho dos 900 empregos previstos.
O empreendimento, que custou 55 milhões de euros, nasce com cerca de 85% das 110 lojas previstas já a funcionar, sendo que 95% dos espaços já estão comercializados.
Os espaços comerciais ocupam dois pisos, servidos por 1100 lugares de estacionamento, também divididos por dois pisos.
“Nos próximos dias ou semanas, as lojas mais atrasadas devem abrir”, disse Ricardo Henriques. A Loja do Cidadão é um desses espaços que não vai abrir já e só deverá estar a funcionar “dentro de um mês”, estimou o responsável.
O presidente da Câmara Municipal de Tavira, Macário Correia, culpa a administração central: “Não fosse a burocracia do Estado, a Loja do Cidadão abriria hoje. Puxo pelo processo há um ano mas do outro lado só vejo desculpas. A Agência para Modernização Administrativa não se revela fiável em termos de compromissos”, salientou.
Comércio local vai beneficiar
O centro comercial pretende ser um novo campo de atracção para quem visita Tavira: “O comércio local por si só não tem capacidade de atracção para novos turistas”, diz Ricardo Henriques.
O responsável acredita que o tempo de visita ao centro comercial “é menor agora do que era há anos”. Por isso, acrescenta, as pessoas vão ter intenção de sair “e visitar a cidade”.
A visão é partilhada pelo autarca tavirense: “As muitas pessoas que vão aqui estar não sairão sem conhecer a cidade e o comércio local, os seus pontos de atracção, museus, restaurantes, igrejas, a baixa, o rio…” Ainda não visitei o referido Shopping, mas pela desrição parece-me ser melhor concebido do que o Ria Shopping. Quanto as metas para a criação de emprego parecem me ser mais comedidos que os de Olhão pois eles só prometem 900 postos de trabalho e em oOlhão prometram 1200. Qualquer dos 2 empreendimentos é nefasto para o comercio tradicional e até para o proprio consumidor, que qando lá se desloca com o intuito de adquirir um qualquer item "a" acaba por ser seduzido a trazer items b, c d,...etc de que não necessita realmente. Este tipo de superficies são um cancro para as nossas cidades pois eles retiram os consumidores dos locais tradicionais de comercio.
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